Respirar.

A água corre ainda no ribeiro, translúcida e sã. Baixo-me para a beber. Mato a sede e continuo o mergulho. E o verde todo verde tudo rodeia. A terra absorve o pó e os peixes fazem-me cócegas nos pés. Ao longe, muito ao leve, ainda no mesmo curso, mexem uns olhos amêndoa cor-de-madeira-eucalipto, ainda nos meus. Volto à tona. Sorvo o ar. Respiro, enfim.


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