terça-feira, março 06, 2007

Centro.

Pelo betão-urbano do Eu, pelo centro-citadino de Mim passou um assúbio bravio de vento. Passada a tempestade pude finalmente abrir a janela: não foi dificil perceber que, daqui deste terceiro andar da ilha central, o rio é onde a visão termina e o coração é onde tudo começa...

4 Comentários:

Às terça-feira, 06 março, 2007 , Blogger Ritz disse...

Que lindo, amiga... Queria fazer um comentário mais inteligente, mas as tuas palavras têm este efeito em mim: maravilham-me e inibem-me de pronunciar palavras minhas.
Um beijo*

 
Às terça-feira, 06 março, 2007 , Blogger catarina disse...

minha tonta femme fatalle, voltaste p o teu quotidiano insular e parisiense? depois de amanhã parto p terras da catalunha... p qd o nosso café num bistrot? levo a tua morada p n dizeres q só o banco é q te escreve. ;)))
tua nau catrineta

 
Às terça-feira, 06 março, 2007 , Blogger Ignnis disse...

Minha nau catrineta que tens muito que contar ouve agora esta historia que nao tem nada de pasmar : passou mais de um mes e dia,já fui, ja voltei, trouxe tudo no lugar. Nao vi as terras de espanha nem as areias de portugal, se não te calas com essa do fatal, vou ficar abominal! O cafe no tal bistrot é pra já com simpatia diz-me a hora e o lugar e lá estarei com alegria. Fico a espera da cartinha dos reguengos da rainha. Porte-se bem, atenção, ande sempre pla sombrinha. Passe um grande aperto de mão ao seu amor droquinhas. Vou parar com esta rima, cruzada e emparelhada, que ate a mim me esta a deixar baralhada.

Beijos - Diverte-te muito!

 
Às quarta-feira, 07 março, 2007 , Anonymous Anónimo disse...

O centro de tudo esta nessa ilha e nao ha que ter medo de a procurar. Aos naufragios tambem se sobrevive.

 

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