quarta-feira, junho 27, 2007

Al Berto, Caravaggio e a Poesia.


Foi há 10 anos e alguns dias (mais coisa menos coisa), que o poeta nos deixou. Víctima daquela doença ingrata chamada linfoma. Mas deixou-nos também uma data de coisas. Eternas como o Medo ou esta que a jornalista Inês Pedrosa apontou: "a poesia contém a essência do soro da verdade. (...) É de todas as formas de cultura a única que olimpicamente dispensa a cultura.(...) Os poemas são casos de pele. Quando são bons sentem-se logo. Quando são muito bons, sentem-se sempre. (...) Nenhum verdadeiro poeta escreve para se compreender (...) os verdadeiros poetas escrevem só para que as lágrimas não se gastem. Para que o amor, a solidão e a saudade nunca se resolvam. (...) foi contra estes espartilhos que nasceu a poesia, terrorismo supremo e subtil."

1 Comentários:

Às quinta-feira, 28 junho, 2007 , Blogger Eu disse...

adoro, adoro, adoro.

 

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