Terça-feira, Junho 26, 2007

Frágeis, Vulneráveis e insustentavelmente Leves.

Depois da festa da música, a do cinema. Durante três dias os 9,5 euros da tarifa normal do bilhete que dá acesso à sétima arte reduz-se para o preço da bica por estas bandas, os 2 euros. Simpática a iniciativa, não?

Depois de um Domingo cinéfilo (2 de seguida) e uma segunda-feira rigorosa de chuva, uma sala de cinema magnifica, que ainda não conhecia: La Pagode, um antigo salão de baile projectado pelo arquitecto Marcel em 1895, a pedido do antigo director do Bon Marché, M. Morin, ávido por oferecer qualquer coisa de bonito à mulher! Em 1930 o salão foi então transformado em sala de cinema. Fechou várias vezes para obras e voltou a reabrir em 2000. Décor magnifico a despertar-me a vista e os sentidos para Oriente. Adorei o sítio!

Depois Robert Altam e Paul Thomas, com Shorts Cuts e Magnolia, Martin Valente com Fragile(s): Várias histórias, vários personagens, que se cruzam e descruzam, se iludem e desiludem, amam e desamam, atraem-se e desatraem-se, dizem-se e desdizem-se, avançam e recuam. Um realizador na pré-reforma; um neto que acabou de começar a vida e uma avó que se pergunta o que fez dela; um polícia que toca guitarra e uma mulher em coma; uma cantora rock e um filho que já calça o 31; um farmaceutico só e um cão que quer lhe ser fiel; duas amigas de férias encomendadas em Lisboa.

Vida (s),
Dúvida (s),
Encontro (s),
Relação (es),
Destino (s),
um saco de Lixo (s),
sempre sempre a (s) Esperança (s) no (s) Beautiffull day (s)

Frágeis, Vulneraveis,insustentalmente Leves, sera este o nosso segredo comum?

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